Vou recomeçar pra não esquecer
Melhor acalmar que adormecer
o poder da mente é quase tudo
A força depende da avaliação
O que aconteceu, pareceu bicudo
Um chão que tremeu num céu de veludo
Só quero saber pra desigualar
Não eu não me iludo
Estou na tua mão
Amor e traição
Quanto é que eu te devo
Misturo o baralho evito o acidente
Dou parte de fraco, neste quarto pungente
Á frente do jogo, á frente do espaço
Dominio impuro, incenso e aço
Quero ver pra querer já que estou aqui
Dissonante absurdo este erro sem fim
Prefiro escolher ser eu a mandar
Ser eu a colher
Mas da minha mão
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