PAULO CALANDRINI TABARANÃ
Tudo começou em 1986, em Belém do Pará quando, com apenas 16 para 17 anos, com minhas primeiras composições. Entre 1986 e 1987, ao lado do meu primo, Antônio Costa Júnior, fui o principal compositor é ele intérprete de diversas das minhas canções.
A vida, no entanto, impôs um compasso de espera. Em 1987, com a perda dolorosa do meu pai, vi-me diante da necessidade de recalcular a rota. Pausei os palcos e interpretei a vida sob um novo olhar, ingressando na faculdade para seguir carreira na área da saúde. Mas a essência do artista nunca se apaga. Mesmo seguindo a rotina profissional, a caneta e o papel continuaram sendo meus companheiros leais: eu nunca deixei de compor.
Em 2024, O reencontro transbordou em uma energia criativa sem precedentes: entre 2025 e 2026, ganharam vida nada menos que 75 músicas inéditas. Hoje, aos 57 anos — quatro décadas após, olho para esse acervo e vejo uma vida inteira de melodias.
Esse repertório não pertence mais apenas a mim; ele pertence a todos v