Tom Jobim
Tom Jobim is the name that best represents Brazilian music on the second half of the 20th century. Pianist, composer, singer, arranger, occasional guitarist, he’s practically a unanimous call when it comes to musical quality and sophistication. Tom was born in the north part of Rio de Janeiro, but his family soon moved to Ipanema. Tom Jobim performed in bars and clubs in the early 50s, in Copacabana, and eventually got hired by a record company.
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Tom Jobim
Tom Jobim is the name that best represents Brazilian music on the second half of the 20th century. Pianist, composer, singer, arranger, occasional guitarist, he’s practically a unanimous call when it comes to musical quality and sophistication. Tom was born in the north part of Rio de Janeiro, but his family soon moved to Ipanema. Tom Jobim performed in bars and clubs in the early 50s, in Copacabana, and eventually got hired by a record company.
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Havemos de Voltar
“Havemos de Voltar” não é apenas uma música. É uma declaração de amor à nossa terra. É uma música sobre Angola, sobre as nossas raízes e sobre aquilo que nos identifica como povo. Quando dizemos “Havemos de voltar”, não estamos a falar apenas de voltar para um lugar. Estamos a falar de voltar às nossas casas, às nossas lavras, aos nossos rios, às nossas montanhas, às nossas florestas, às nossas tradições, aos nossos ritmos e à nossa memória. Voltamos às terras do café, do algodão e dos milharais. Voltamos às riquezas da nossa terra, aos diamantes, ao ouro, ao cobre e ao petróleo. Mas, acima de tudo, voltamos àquilo que o dinheiro não consegue comprar: a nossa identidade. A mulemba, a marimba, o quissange, as fogueiras, o carnaval e as nossas tradições representam uma Angola que vive na memória e no coração do seu povo. E quando a música chega ao Leste de Angola, especialmente à Lunda-Norte, Lunda-Sul e Moxico, a mensagem ganha outra dimensão. É como se a canção dissesse: Angola não é apenas Luanda. Angola é cada província, cada povo, cada língua, cada tradição e cada família que constrói esta terra. Por isso, “Havemos de Voltar” é também uma música de união. É um convite para que não esqueçamos de onde viemos, para que valorizemos aquilo que é nosso e para que compreendamos que uma pátria não se constrói apenas com recursos naturais, mas também com memória, cultura, dignidade, trabalho e amor pelo seu povo. Havemos de voltar. À nossa terra. À nossa cultura. À nossa história. À nossa identidade. À bela pátria angolana. 🇦🇴 Angola, nossa terra, nossa mãe.more
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Adeus à Hora da Largada
“Adeus à Hora da Largada” é uma música que fala de Angola, da nossa história e, sobretudo, da dor e da esperança de um povo. É uma conversa de um filho com a sua mãe, mas essa mãe também representa a nossa terra, Angola. É a voz dos filhos que partiram, das mães que ficaram, das crianças sem escola, dos homens explorados e de todos aqueles que viveram a pobreza, a exclusão e a falta de liberdade. Quando digo “Adeus à hora da largada”, não estou simplesmente a dizer adeus a uma partida. Estou a dizer adeus a uma época de sofrimento, de silêncio e de submissão. Mas esta música não termina na dor. Ela aponta para a esperança: “Amanhã entoaremos o hino à liberdade.” Por isso, canto esta obra para lembrar de onde viemos, honrar aqueles que sofreram e reafirmar que a liberdade, a dignidade e a esperança continuam a ser responsabilidades dos filhos desta terra. Esta é a minha interpretação de “Adeus à Hora da Largada”. more
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Namoro
“Namoro” — f.BelaTiNa “Namoro” é uma canção que conta, de forma poética, divertida e muito angolana, a história de um homem apaixonado que faz de tudo para conquistar a mulher que ama. Ele começa por escrever uma carta de amor, depois manda um cartão, pede ajuda aos amigos, recorre à sabedoria popular e até tenta o caminho da avó Chica, uma quimbanda de fama. Mas, apesar de todos os esforços, ela continua a dizer: “não”. E é justamente aí que a música ganha o seu lado mais divertido. O apaixonado chega ao ponto de se perder de si mesmo, andar barbado, sujo e descalço, até ser encontrado no Bairro Camaquenzo-2. Depois, no baile do sô Januário, acontece aquilo que ele já não esperava. Ele dança com ela, os dois se aproximam, ele olha nos olhos dela e finalmente faz o pedido que estava esperando desde o início. E, depois de tantos “nãos”, vem a palavra que muda toda a história: “Sim.” Para mim, “Namoro” fala sobre *persistência, paixão, rejeição, esperança e conquista*, mas também sobre a nossa identidade, a nossa linguagem, os nossos bairros, os nossos costumes e a forma angolana de contar histórias de amor. É uma música que mistura romance e humor e transforma uma simples história de namoro numa verdadeira viagem pela memória e pela cultura angolana. “Namoro” é, no fundo, uma história sobre não desistir do amor — mas também sobre descobrir que, às vezes, depois de muitos ‘não’, a vida ainda pode surpreender-nos com um ‘sim’.” more
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